Mulheres e Burnout: por que o gênero feminino é o mais atingido pela doença?
DOI:
https://doi.org/10.52028/mst1ak90Palavras-chave:
Trabalho feminino, Saúde mental, Gênero, Síndrome de BurnoutResumo
Este trabalho aborda a inserção da mulher no mercado de trabalho, destacando a evolução histórica, a regulamentação legal e os impactos na saúde mental das trabalhadoras, principalmente em relação aos motivos que levam o gênero a ser o mais atingido pela Síndrome de Burnout. Inicialmente, examina-se a participação feminina no mercado laboral desde a Revolução Industrial, quando a necessidade de mão de obra levou muitas mulheres a trabalharem fora do lar, frequentemente em condições de desigualdade e exploração. A análise do presente estudo também foca na medicina do trabalho e segurança ocupacional, áreas essenciais para a promoção do bem-estar das trabalhadoras. Identifica que, apesar dos avanços jurídicos, as mulheres ainda enfrentam desafios como a desigualdade salarial, a discriminação e a precarização das condições de trabalho, fatores que impactam negativamente sua saúde mental. Este estudo pretende oferecer uma análise crítica e interdisciplinar sobre a inserção feminina no mercado de trabalho, buscando contribuir para o desenvolvimento de práticas e políticas públicas que favoreçam a igualdade de gênero e a saúde mental das trabalhadoras, visando à construção de um mercado laboral mais justo e saudável.Downloads
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